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AUTOMAÇÃO DE REDES is happening in 6 hours
A GRANDE MENTIRA SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES
**AULA PARA ESTUDANTES QUE ESTÃO SE PREPARANDO PARA O CCNA OU CCCNP ENCOR** *** ESTA LIVE É DEDICADA PARA NOSSOS MEMBROS DA COMUNIDADE PREMIUM, MAS ESTAREI LIBERANDO 1 LIVE MENSAL PARA NOSSA COMUNIDADE GRATUITA *** NESTE VIDEO VOCÊ IRÁ APRENDER SOBRE: Da Telemetria à Automação em Massa (REST APIs, Syslog e Postman) Esta apresentação foi desenhada para mudar a mentalidade do engenheiro de redes: a automação não começa com um script em Python, ela começa por entender como a rede fala, como ela responde e como transformar isso em decisão. 1. Anatomia de Decisão e Fluxo de Telemetria (Syslog e SNMP) Antes de agir sobre a rede, é preciso enxergá-la. Quem automatiza sem visibilidade está operando no escuro. - O Fluxo de Telemetria: Tudo segue a esteira Evento → Mensagem → Análise → Gatilho. O roteador gera um evento (como a queda de um BGP ou CPU alta), transforma isso em uma mensagem legível, que é analisada e serve de gatilho para uma ação automatizada. - Syslog: É a base estrutural. Abordamos os níveis de severidade (0 a 7, do mais crítico ao mero informativo), a importância da configuração de NTP (para timestamps precisos) e a transição de logs locais para servidores remotos. O Syslog permite escutar o que a rede diz. - SNMP: O próximo passo evolutivo para sair do log puramente textual e entrar na coleta de dados mais estruturados da rede. - A Evolução da Automação: Mostramos a escala evolutiva do profissional: começa-se com processos manuais, passa-se para scripts de alerta, depois scripts que correlacionam eventos e, no ápice, agentes de Inteligência Artificial que remediam falhas autonomamente. 2. O Paradoxo da Linguagem e a Solução: REST API Para que um controlador (ou aplicação) converse com milhares de roteadores, é necessário haver uma "linguagem de amor" mútua. O problema histórico das redes era que roteadores só cuspiam telas para humanos (CLI). - Serialização de Dados: É o processo de converter variáveis de rede em um formato de texto padronizado. Entra o JSON (JavaScript Object Notation), XML e YAML, linguagens estruturadas que tanto a máquina quanto a aplicação conseguem ler e gerar. O JSON, por exemplo, trabalha de forma simples usando estruturas de atributos chave-valor com chaves {} e arrays []. - O que é REST API: Arquitetura stateless (sem estado, o cliente deve manter o contexto), operando como cliente-servidor através de HTTPS. É a ponte definitiva para trocar configurações e dados via JSON ou XML.
A GRANDE MENTIRA SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES
O que é API?
Você já foi a um restaurante e pediu algo ao garçom? Ele anotou o pedido, foi até a cozinha e voltou com o prato — sem você precisar entrar na cozinha ou saber como o prato foi preparado. É exatamente assim que uma API funciona. Neste vídeo, explico o conceito do zero: o que é, como funciona por dentro, os verbos HTTP — e como tudo isso aparece no dia a dia de quem trabalha com redes de computadores. ✅ O que você vai aprender: → O que é uma API e por que todo profissional de redes precisa entender → Como funciona uma requisição HTTP — request e response → Verbos HTTP na prática: GET, POST, PUT e DELETE → Exemplos reais de API em ambientes de redes Cisco → Como APIs REST são usadas em automação de redes com Python
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SYSLOG x SNMP
NESTE VIDEO VOCÊ IRÁ APRENDER SOBRE: 1.Da Telemetria à Automação , mas com teremos uma série de 4 VIDEOS, vamos começar direito.vamos falar inicialmente sobre REST APIs, Syslog, SNMP e Postman. Anatomia de Decisão e Fluxo de Telemetria (Syslog e SNMP) Antes de agir sobre a rede, é preciso enxergá-la. Quem automatiza sem visibilidade está operando no escuro. 2. O Paradoxo da Linguagem e a Solução: REST API 3. CRUD e o Arsenal de Verbos HTTP 4. O Sistema Nervoso da API: Códigos de Retorno (Status Codes)
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Entendendo o protocolo DHCP: O guia da Dora Aventureira para endereços IP
O DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) é um protocolo de rede essencial que automatiza a configuração de dispositivos em uma rede IP. Imagine que cada dispositivo (seu computador, smartphone, tablet) precisa de um endereço único para se comunicar na internet ou na sua rede local. Atribuir esses endereços manualmente seria uma tarefa exaustiva e propensa a erros, especialmente em redes grandes. É aí que o DHCP entra em ação, agindo como um gerente de tráfego que distribui endereços IP de forma eficiente e sem conflitos. Por que o DHCP é tão importante? Sem o DHCP, administradores de rede teriam que configurar manualmente o endereço IP, a máscara de sub-rede, o gateway padrão e os servidores DNS para cada novo dispositivo conectado à rede. Isso não só levaria muito tempo, mas também aumentaria a chance de erros, como a atribuição do mesmo endereço IP a dois dispositivos diferentes, causando conflitos e interrupções na comunicação. O DHCP resolve esses problemas ao: •Automatizar a atribuição de endereços IP: Dispositivos recebem configurações de rede automaticamente ao se conectar. •Evitar conflitos de IP: Garante que cada dispositivo tenha um endereço IP único. •Gerenciar endereços IP de forma centralizada: Facilita a administração da rede. •Reutilizar endereços IP: Endereços não utilizados podem ser atribuídos a novos dispositivos, otimizando o uso do pool de IPs. Como o DHCP funciona: A Jornada DORA! Para entender como o DHCP atribui um endereço IP a um dispositivo, podemos pensar em uma pequena aventura, assim como a Dora Aventureira faz em suas explorações! A jornada do DHCP é composta por quatro etapas principais, que formam a sigla DORA: 1. Discover (Descoberta) Quando um dispositivo (o nosso aventureiro, que acabou de chegar na rede) precisa de um endereço IP, ele não sabe onde encontrar o servidor DHCP. Então, ele envia uma mensagem de DHCP Discover para toda a rede (um broadcast). É como se a Dora gritasse: "Alguém aí tem um endereço IP para mim?"
Entendendo o protocolo DHCP: O guia da Dora Aventureira para endereços IP
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