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✨ Comece por aqui
Esse é o primeiro post da Arka. Se você chegou até aqui, é porque carrega dentro de si o desejo de viver com mais propósito, clareza e verdade , seja na vida espiritual, no trabalho ou nas decisões do dia a dia. A Arka nasceu pra isso: pra ser um espaço onde fé e direção caminham juntas. Estamos só começando, e o que vem pela frente é especial: 🟡 Abrindo a Arka – nossa primeira série, onde vamos apresentar uma ferramenta espiritual que pode te ajudar a ver com mais clareza quem você é, pra onde está indo e o que Deus está formando em você. 🧭 Materiais de apoio, guias, mapas mentais, estudos bíblicos, reflexões. 🤝 E principalmente: o início de uma comunidade, feita de gente que caminha com intenção, escuta, e busca viver com propósito. Seja bem-vindo(a). O acesso a Arka está aberto.
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O primeiro dia útil e a arte de não chamar o Egito de casa
Hoje é o primeiro dia útil do ano. E curiosamente, ou talvez não, esta semana começamos a ler um texto antiquíssimo que fala exatamente sobre isso. Toda semana, comunidades judaicas ao redor do mundo leem um trecho da Torá. Não é um ritual distante: é um jeito de olhar o tempo. Como se o ano tivesse capítulos, e toda semana abríssemos o mesmo capítulo juntos. O capítulo desta semana se chama Shemot, que significa “Nomes”. E a história começa assim: um povo cresce, trabalha, produz… mas perde a própria voz. Eles constroem cidades, fazem tijolos, sustentam um sistema inteiro e mesmo assim são tratados como descartáveis. O texto diz que surge um “novo rei” que não se lembra mais de quem eles são. Se isso soa familiar, não é coincidência. O primeiro dia útil do ano costuma ser assim: a caixa de entrada cheia, metas que não perguntam quem somos, cobranças que não lembram nossa história. Um sistema funcionando, enquanto a gente tenta não se perder dentro dele. Na história, o trabalho fica mais pesado. A exigência aumenta. Os recursos diminuem. O povo sofre, mas no começo nem consegue falar. Só geme. É o que o texto chama de exílio: não um castigo, mas um estado onde a vida continua… sem sentido, sem propósito. E é aí que algo importante acontece. A mudança não começa com um grande líder. Não começa com um plano estratégico. Começa com pequenos gestos humanos. Duas parteiras que dizem “não” a uma ordem injusta. Uma irmã que observa, cuida, espera. Uma mulher que estende a mão para salvar uma criança que não é sua. Antes de qualquer libertação, alguém protege a vida. Mais adiante, o protagonista da história, Moisés, não recebe um chamado em um templo ou num palco. Ele está trabalhando. Cuidando de ovelhas. No meio da rotina, ele percebe algo estranho: um arbusto em chamas que não se consome. A tradição diz que essa imagem ensina algo simples e profundo: o sagrado não aparece fora da vida. Ele aparece dentro do trabalho, do cansaço, do cotidiano, quando algo começa a queimar por dentro e pede atenção.
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O primeiro dia útil e a arte de não chamar o Egito de casa
O Movimento Interior Que Faz o Céu Responder
📖 Nesta semana lemos a porção Vayetzei (Gênesis 28:10–32:3). E é nela que encontramos uma das cenas mais profundas de toda a Torá: a visão da escada de Jacó, um momento em que o invisível se deixa ver e a estrutura da vida espiritual se revela como ela realmente é. ✨ A escada: quando Jacó vê como o mundo funciona por dentro A visão que Jacó tem em Betel não é apenas um sonho bonito ou simbólico. É, na tradição judaica, a radiografia da relação entre Céu e Terra. Ele vê uma escada firmada na terra, tocando os céus, com anjos subindo e descendo. E é aqui que está o segredo: eles sobem antes de descer. Isso inverte o senso comum. Não é “Deus fala e o homem reage”. É: o movimento começa na Terra, no coração humano. Nada desce antes que algo suba. A vida espiritual é uma via de mão dupla, uma troca viva entre o humano e o divino. O que sobe não são objetos, rituais ou sacrifícios. 🌿 Sobe a intenção verdadeira. 🕊️ Sobe a escolha reta. 🔥 Sobe a sinceridade. ⚖️ Sobe a retidão. 💔 Sobe o arrependimento honesto. Esses movimentos interiores são os “degraus” da alma. Quando você escolhe a verdade, perdoa, enfrenta algo dentro de si, decide o bem apesar do custo — algo sobe. Não é geográfico; é espiritual. E quando algo sobe… algo desce. 🌧️ desce força 🌅 desce direção 🔥 desce presença 🌾 desce provisão Não como mágica, mas como resposta. A tradição chama isso de Shefa, o fluxo divino que não cai ao acaso; ele responde ao coração. Por isso a Bíblia diz: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.” Humildade sobe. Graça desce. A visão da escada desmonta a fé passiva. Não é “quando Deus mover, eu me movo”. É “quando eu me movo por dentro, Deus se move sobre mim.” É assim que a alma dialoga com o Alto. Esse é o mecanismo: Kavanáh sobe, Força Espiritual desce. ✝️ Cristo: a escada em forma humana Jesus não só ensinou esse princípio, Ele o encarnou. Em João 1:51 Ele diz que veremos “anjos subindo e descendo sobre o Filho do Homem”. Ele se apresenta como a própria escada, a ponte viva.
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Quando o invisível ganha forma
✨ Hoje foi dia de dar rosto e cor aos cursos da Arka. Cada imagem nasceu pra carregar o espírito de um tema, não só o título, mas o sopro por trás dele. Criar a partir de um princípio espiritual é alinhar Céu e Terra. É deixar que aquilo que nasce no silêncio do alto encontre forma no mundo com verdade. Foi bonito ver tudo tomando forma. Logo abriremos os acessos, e nos próximos dias, quero te contar um pouco sobre cada um desses cursos. 🕊️Tem muita revelação vindo aí.
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Abrindo a Arka
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